Nessas últimas semanas eu lia uma proposta de um novo reality
show, com produção russa, que tem chamado muita atenção nas redes sociais, sites e
outros veículos de informações. É um polêmico reality show russo, que pretende levar
seus participantes ao limite da selvageria humana, permitindo que eles possam lutar
roubar, mutilar, estuprar, matar em nome de sua sobrevivência para ganhar um prêmio no valor de US$ 1,6 milhões, algo em torno de 5,5 milhões de reais. O programa foi apelidado pela imprensa russa de "Jogos Vorazes Da Vida Real", uma comparação com o livro de aventura pós-apocalíptico escrito pela norte-americana Suzanne Collins. O Game2: Winter (O Inverno) vai ser um jogo de sobrevivência na floresta russa no qual não há regras, tudo será permitido. Serão 30 competidores – 15 homens e 15 mulheres.
É um programa que será transmitido 24 horas por
dia na internet para vários países. O programa promete jogar 30 participantes em uma
selva repleta de câmeras na Sibéria, onde tentarão sobreviver por nove meses a
ataques de ursos, lobos e temperaturas de até 40 graus negativos. A região é
conhecida por ser um dos ambientes mais inóspitos em função das temperaturas
negativas. Segundo os responsáveis, todos os participantes receberão treinamento de sobrevivência em floresta, para enfrentar insetos e animais selvagens que existem na região, o que inclui ursos e lobos. Os participantes terão de caçar e colher frutos para se alimentar e armazenar comida para o inverno, quando será necessário pescar em lagos congelado. Só existe uma forma se sair do jogo antes do final: um botão de emergência via satélite. De acordo com o criador, não haverá médicos com os participantes e nem equipe de filmagem. Todas as imagens serão captadas pelas duas mil câmeras fixas no cenário do reality show. Além disso, cada participante terá uma câmera individual com sete horas de autonomia e bateria recarregável. Eles poderão formar times ou permanecer sozinhos durante o jogo.
O idealizador do programa é Yevgeny Pyatkovsky, um milionário excêntrico de 35 anos que investiu milhões no projeto afirma que “vai recusar qualquer reivindicação dos participantes, mesmo que eles sejam mortos ou estrupados”. O simples anúncio das regras já causou furor ao ultrapassar os limites de todos os realitys shows realizado em todo o mundo. O primeiro sinal disso é que, segundo o criador do programa, cinco países já demonstraram o desejo de transmiti-lo para o público e mais de 60 pessoas já se candidataram para participar dele. Pyatkovsky alega que já foi contatado por uma série de emissoras de televisão para a transmissão de seu reality e que o programa será traduzido simultaneamente em inglês, francês, alemão, espanhol, chinês e árabe. Pessoas do mundo inteiro poderão se inscrever para participar da competição, e os integrantes do reality show serão escolhidos pelos próprios espectadores, através de votação online. Mas ainda existe uma segunda opção: Se alguém for louco o bastante, pode pagar o equivalente a US$ 165 mil e se qualificar sem precisar passar pela etapa de votos.
O idealizador do programa é Yevgeny Pyatkovsky, um milionário excêntrico de 35 anos que investiu milhões no projeto afirma que “vai recusar qualquer reivindicação dos participantes, mesmo que eles sejam mortos ou estrupados”. O simples anúncio das regras já causou furor ao ultrapassar os limites de todos os realitys shows realizado em todo o mundo. O primeiro sinal disso é que, segundo o criador do programa, cinco países já demonstraram o desejo de transmiti-lo para o público e mais de 60 pessoas já se candidataram para participar dele. Pyatkovsky alega que já foi contatado por uma série de emissoras de televisão para a transmissão de seu reality e que o programa será traduzido simultaneamente em inglês, francês, alemão, espanhol, chinês e árabe. Pessoas do mundo inteiro poderão se inscrever para participar da competição, e os integrantes do reality show serão escolhidos pelos próprios espectadores, através de votação online. Mas ainda existe uma segunda opção: Se alguém for louco o bastante, pode pagar o equivalente a US$ 165 mil e se qualificar sem precisar passar pela etapa de votos.
Todos os participantes terão que assinar um contrato antes do início do jogo, assumindo os riscos de suas escolhas, ciente que estarão sujeitos à aplicação das leis russas durante o programa. As regras também garantem que a polícia é livre para prender qualquer pessoa que cometa algum crime durante o jogo. “Cada concorrente dá o consentimento de que pode ser mutilado e até mesmo morto”. Duas mil câmeras, 900 hectares e 30 vidas. Tudo é permitido: combate, álcool, assassinato, estupro, tabagismo, qualquer coisa... A única exceção é que os potenciais jogadores devem ser maiores de 18 anos e ser “mentalmente sadio”. Caso alguém se machuque, adoeça ou perceba que não é capaz de continuar no jogo, este será eliminado para sempre, o helicóptero resgatará a pessoa e levará aos médicos. Mesmo de helicóptero, levará cerca de meia hora para chegar ao local do reality show. isso significa que o participante pode até perder a vida ante de ser socorrido, caso seu estado seja grave. Em entrevista ao jornal Siberian Times, Pyatkovsky afirma que seu programa não se responsabilizará por aquilo que acontecer de mal aos aventureiros.
Cada participante poderá levar cerca de 100 kg de equipamentos, o uso de armas está proibido, no entanto, será permitido utilizar facas. Além disso, a cada semana, os sobreviventes poderão solicitar algum item, e caberá aos telespectadores doar dinheiro no site da competição, para que o item em questão seja comprado e entregue pela produção do programa. O local das gravações do reality show fica na região de Novosibirsk, na Sibéria, onde as temperaturas podem variar de 35 graus no verão a 40 negativos no inverno. Aqueles que sobreviverem por nove meses dividirão o prêmio. O programa tem duração de nove meses, e a estreia está prevista para 1º de julho de 2017 até o dia 1º de abril de 2018.
A frase de Oscar Wilde “a vida imita a arte mais do que a arte imita a vida” nunca fez tanto sentido nos últimos tempos. Isso parece até mentira, ou melhor, pura ficção, não é mesmo? Muitos diriam que sim. O ser humano se capacita a qualquer desafio que em troca ganhe dinheiro e fama, mesmo sabendo que sua vida pode correr um grande perigo. A vida humana tem em si mesma um valor inestimável, mas infelizmente a maioria das pessoas não consegue reconhecê-lo.
O mundo me parece doente... Salve- se, quem puder! As vezes eu penso que eu não sou daqui. Ainda acredito no ser humano, no poder do amor, em sentimentos sinceros, em acolhimento verdadeiro, em guarida afetiva. Não posso crer que gente do bem é espécie em extinção.
São várias perguntas que surgem depois dessa notícia: Que mente é capaz de criar e aceitar que um programa desses vá ao ar, ultrapassando os limites entre a realidade e a ficção em nome da audiência? Até que ponto vale participar de um programa como esse para virar uma celebridade? E, por fim, vale também questionar: será que programas assim são o reflexo dos tempos em que vivemos em que há um desprezo total pela valorização da vida humana em função do lucro e do entretenimento? Fica a reflexão.
São várias perguntas que surgem depois dessa notícia: Que mente é capaz de criar e aceitar que um programa desses vá ao ar, ultrapassando os limites entre a realidade e a ficção em nome da audiência? Até que ponto vale participar de um programa como esse para virar uma celebridade? E, por fim, vale também questionar: será que programas assim são o reflexo dos tempos em que vivemos em que há um desprezo total pela valorização da vida humana em função do lucro e do entretenimento? Fica a reflexão.
Um abraço!
Até a próxima postagem!













