Então, a saudade me trouxe de volta, espero ficar por mais um bom tempo... Até quando, ainda não sei... Nada é permanente, a não serem as mudanças... Somos as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa vida pelo que pensamos e sentimos! Quer saber como você vai estar amanhã? Olhe seus pensamentos hoje! Hoje resolvi compartilhar um texto maravilhoso que recebi, que me fez refletir bastante. Espero que goste!
Na grande peça da vida mudam-se os anos, mudam-se os capítulos, alguns atores são substituídos, mas a verdadeira beleza desta história está nas personagens que permanecem nas cenas mais queridas. A todas as personagens que participaram, e participarão nos próximos capítulos, desde já muito obrigada!
O meu abraço a todos vocês.
Estarei ausente, sem data prevista para a próxima postagem. Daqui a pouco eu volto!
Os comentários para essa postagem ficarão desativados porque não vou estar presente no blog por alguns dias...Postagens anteriores estão com comentários liberados. Caso alguém queira falar comigo, meu e-mail de contato encontra-se no blog.
Nem parece que já se foram mais de quatro semanas depois da
minha última atualização. Confesso que atualmente não encontro mais em mim, tanta
inspiração para a escrita como antes... Às vezes o dia me afoga de tal maneira com os
afazeres, preocupações, problemas a seres resolvidos, e quando dou por mim, o
dia, a semana, e o mês já se foram... Penso
que as palavras andam fugindo um pouco de mim, rsrs. Apesar disso, palavras, ideias
tenho até muitas... O que falta é apenas à vontade, o querer, e o mais
importante, tempo que anda bem curto...
Vivo em guerra com esse meu querer quase que diariamente. Às vezes juntamos um pouco de coisas aqui,
outras ali, que a meu ver parecem pequenas, mais juntando as outras se tornam maiores.
Ando no compasso da vida, mais atualmente um pouco cabisbaixa, meio entediada com essa falta de respeito que os que se diz poderosos estão tendo com o povo, principalmente na parte da segurança. O Brasil precisa de lei mais rígida, se não estamos perdidos... Que País é esse, aonde bandido chega até as pessoas e diz entrega tudo perdeu, perdeu! E a vítima ainda precisa acalmar o bandido pra não ser morta... As pessoas dá um duro danado para comprar o seu carrinho, seu celular, e de repente perde tudo, inclusive a coisa mais preciosa, a vida.
Semana passada um morador do meu bairro perdeu a vida em plena luz do dia enquanto esperava o coletivo para ir ao trabalho juntamente com sua namorava . Se negou a entregar o celular, e o bandido irritado fez dois disparos fatais, mesmo depois de pegar o celular do rapaz e da namorada... Ando inquieta por segurança nesse mundo cheio de dúvidas e incertezas. Precisamos da normalidade dos dias comuns, sem atropelos, sem bandidagens, sem medos de sair às ruas. Às vezes buscamos coisas que talvez nunca vamos conseguir encontrar, ou solucionar, mais estamos sempre firme na batalha diária, com medo, ou sem medo, o povo anda sempre firme e esperançoso que algo ainda possa mudar... O que não dá, é ficar debruçada na janela da vida esperando que alguém possa chegar lhe trazendo boas noticias... É jornais e noticiários nos reapresentando a violência em todos os turnos do dia. Polícia não se faz com policiamento... É algo muito mais complexo.
Todos nós sabemos como é difícil estar de bom humor diariamente,
distribuir gentilezas, sorrisos e bom humor por onde passamos, mais existem várias pesquisas que comprova que um sorriso no
rosto ajuda a resolver uma série de problemas, deixa a pessoa mais criativa, mais bonita, mais iluminada, mais atraente... Enfim, feliz e
saudável.
Confesso que meu bom humor não é 100% todos os dias, mais procuro melhorar sempre possível, porque sei, que é desse sorriso escondido que minha alma se alimenta e precisa para se alegrar. Sorrir é a melhor maneira de lidar com situações difíceis. O melhor benefício do sorriso é que ele é econômico, visto que é grátis e não possui contra-indicações ou efeitos colaterais, e mais, é contagiante!
Certa vez Mário Quintana escreveu que o sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores.
Segundo especialistas, o senso de humor e o sorriso
espontâneo estão relacionados à melhor qualidade de vida e percepção de
bem-estar. Dar umas boas gargalhadas diante de situações que causa dor, como
quebrar braço, perna etc, pode amenizar o desconforto, sendo que o sorriso
causa uma ação bioquímica no organismo resultando em reações benéficas, não a
ponto de cessar, acabar a dor intensa, mais de fato acalmar. Durante a risada
os pulmões passam por uma hiperventilada, o que eleva a concentração de
oxigênio na circulação sanguínea e resulta em melhor distribuição de oxigênio
aos tecidos. De certa forma, faz sentido: Quando um sorriso se estampa no rosto o cérebro é induzido a
produzir e liberar mais endorfina, o neurotransmissor relacionado às sensações
de prazer e bem-estar, além de ser um potente analgésico natural, aumenta a sensação de prazer e diminui a dor e o nível de estresse... A produção de células de defesa do organismo aumenta e elas se tornam mais ativas. Dizem até que o sorriso é tão eficiente
quanto o relaxamento, a meditação e os exercícios físicos.
As vezes a gente encontra pessoas que são egocêntricas até consigo mesma, economiza alegrias, sorrisos e bom humor, sabendo que pra si, tem efeitos benéficos e medicinais.
Algumas semanas atrás eu passei por um setor de vendas pra saber o valor de um determinado objeto e a recepcionista estava de péssimo humor, uma cara tão fechada, atenção zero ao responder as minhas perguntas, parecia insatisfeita e infeliz naquela manhã. Uma mulher bonita, infeliz era o que dava para perceber. Deve ter tido uma noite ruim, ou estava insatisfeita com o emprego ou de mal com a vida, eu não sei, mas o fato é que ela quase arranhou meu humor naquele dia. Digo “quase” porque na saída agradeci com sorrisos e gentilezas, dei uma suspirada, soprei a poeira do desconforto, acariciei minha gentileza, e fui embora de bem com vida... Tudo bem que nem sempre estamos em um dia bom, tem dia que é puxado eu sei, mas não devemos descontar naqueles que não têm nada a ver com nossos problemas. Tem pessoas que precisa separar trabalhos e problemas pessoais. Os dois não combinam não da samba, não faz bem.
Esses dias eu passei pelo setor novamente é a pessoa já não atuava mais naquela repartição. A nova recepcionista foi muito atenciosa e gentil, creio que o proprietário fez uma excelente escolha.
Eu sempre procuro o lado positivo das coisas, pode parecer uma dica simples demais, mas tente fazê-lo e veja como todo o mundo ao seu redor se modifica.
Esse texto me fez refletir sobre muitas fases da vida, me identifiquei, e por isso resolvi compartilhar... Autoria da Karen Curi, colunista da Revista Bula.
Essa vida é mesmo surpreendente. Em uma única existência somos capazes de viver e sobreviver a diversas fases, sob a sorte e a falta dela que nos unge os dias. De uma forma concisa eu poderia dizer que viver é uma sucessão de erros e acertos, de tropeços e saltos, afogamentos, resgates, onde só desfrutamos e valoramos as subidas depois que despencamos ladeira abaixo. E como toda história tem dois lados, na vida não poderia ser diferente. A gente só percebe a vitória e a derrota quando estamos no topo, ou no poço.
Acredito que nós, seres humanos, somos providos de uma força sobre-humana para aguentar tanta pedrada que a vivência insiste em mandar. É incrível a nossa capacidade de cair e levantar, de reformular por dentro, sangrar e estancar, ressurgir. Somos feitos de partículas de persistência, átomos de dedicação, moléculas de crença, células de esperança. Quanto mais nos entregamos e mergulhamos em nossos motivos, mais reforçamos o nosso propósito de viver. Acontece que, vez ou outra, vem uma paulada pelas costas, um tombo violento e esparramado, uma bala perdida que nos encontra na escuridão. Então morremos. Para, depois, nascermos de novo.
A vida é cheia de ciclos… E para começar um é preciso encerrar o outro. Por isso morremos tantas vezes durante tantos anos. A prova viva da morte está no fim cruciante de um relacionamento amoroso, no vazio assustador do abandono físico, na escassez de alguém ali, que nos ame, ou que ao menos nos suporte. Está na falta de emprego e perspectiva, na despensa vazia, na ordem de despejo, na saúde fragilizada e apavorada, na despedida de uma alma querida. Quando perdemos tudo, o que nos resta é recomeçar do nada. Precisamos morrer para renascer, assim como o mito da Fênix, que antes da sua morte entrava em combustão para depois renascer das próprias cinzas. Somos assim. Aves tão fortes que conseguimos carregar elefantes. Nossas lágrimas não só expelem alívio, como também têm o poder de cura.
A verdade é que os golpes da vida nunca são gentis, muito menos educados ao ponto de anunciar a chegada. Ao lançar-nos no chão parece que um buraco se abre e nos engole, mastiga, degusta e então, cospe. Do que sobra de nós é preciso dar forma e pôr de pé. Morre um para nascer outro, indiscutivelmente mais resistente. Desse jeito, toda vez que recebemos uma pancada desnorteante nos despedimos de um pouco de nós, um fio de esperança se perde, um bocado de confiança vaza, um tanto de boa fé escorre. É possível que nos recuperemos adiante, embora algumas vezes isso não aconteça. Morremos.
Como a Fênix, cessamos em nossa autocremação de dores, de ódio, indignação e sensação de incapacidade, um mistura de venenos que nos corrói e nos traz de volta à terra. É com base na junção de algumas mortes passadas e futuras vidas que eu digo: Deve-se cortar para florescer, é preciso morrer para voltar a viver.
Então, do pó ressurgimos, amedrontados, cambaleando, abrindo os olhos e as asas, sacudindo a poeira. Enchemos o pulmão de ar para arriscar um primeiro voo, ainda contido e baixo, mas consumidos de uma força maior acreditada em nossas capacidades e virtudes. Aos poucos, nos enchemos de esperança e de coragem para alçar novas manobras e riscar outros horizontes.
Não adianta. A nossa força oriunda das quedas. É por isso que as feridas são imprescindíveis para o crescimento, por mais que nos regalem certa rigidez ao casco. É a capacidade de recomeçar dentro de nós mesmos que nos permite viver outra vez. Somente dessa forma recuperamos a nossa vida.
Quando a alegria decorrer em tristeza, quando a leveza se transformar em pesar, é o momento de desprender-se outra vez. E outra, e outra, e outra. Quantas forem necessárias. Em busca da felicidade vamos, endurecendo-nos, mas sem perder a ternura. Jamais.
Já faz varias semana sem atualização. Andei um pouco ausente
lutando contra um enorme resfriado daquele que nem um incêndio te levanta
(risos)... Com essas mudanças bruscas na
temperatura, o organismo não consegue dar conta mesmo sendo resistente a essas
viroses. Sou bem resistente a resfriado, dificilmente fico resfriada mais esse me
pegou de jeito. Meu Estado é feito de calor não de frio. A chuva chegou
devagarinho mais não veio sozinha, trouxe alguns problemas respiratório... Uma hora
fica calor, outra hora esfria, assim fica difícil não contrair um resfriado.
É importante cuidar bem da saúde e principalmente da alimentação, ingerindo muitas
frutas, verduras e legumes, pois contém vitaminas C, essencial também que a
gente beba bastante água principalmente quando está com algum tipo de resfriado, dever que muitas vezes deixamos de fazer.
Passei algumas vezes por aqui, escrevi alguns textos, mais
tudo foi para o rascunho. É notícia ruim pra todo lado que a gente acaba
entrando naquele modo pessimista de ver a vida. Nada vai dar certo, nada
funciona, só desonestidade, só incompetência, só violência, uma roubalheira só. Aqui as leis não funcionam para os poderosos. O País anda
doente e os governantes trucidando o que ainda nos restam… Até os meios de
comunicação aproveitam desses acontecimentos trágicos para abocanhar um pouco
mais de audiência. Fazem tantos
sensacionalismos com alguns fatos que até aborrece assistir alguns programas de TV. No meio dessas loucuras, eu me perdendo, achando, sobrevivendo. As vezes nada faz sentido, até os sinais que me ligam ao mundo, se desligam. Fico vazia de fórmulas diante de tanto barbárie do
mundo, que ando sem palavras e sem nenhuma pretensão para a escrita. As palavras tem
ficado adormecidas à beira das incertezas. Tem dia que a gente só quer o direito de ficar quietinha sem ter que dizer o porquê de estar
assim... Apenas silenciar um pouco, deixar o coração te conduzir... Muitas vezes nossa mente se torna igual a um deserto... Mais no fundo sei que é através destes
momentos que se adquire clareza para saber que tudo precisa de tempo e paciência.
São nesses momentos que deixo o coração falar por mim... Como dizia a tão querida
Ana Jácomo em alguns trechos de suas escritas.
Que há dias que não queremos conversas vestidas de uniforme. Diálogos impecavelmente arrumados que não deixam o coração à mostra. As palavras podem sair de casa sem maquiagem. Podem surgir com os cabelos desalinhados, livres de roupas que as apertem, como se tivessem acabado de acordar. Dispensam-se tons acadêmicos, defesas de tese, regras para impressionar o interlocutor. O único requinte deve ser o sentimento. É desnecessário tentar entender qualquer coisa. Tentar solucionar qualquer problema. Buscar salvamento para o quer que seja. Falar sobre o quanto o mundo está doente. Sobre como está difícil à gente viver. Sobre as milhares de coisas que causam doenças. Sobre as previsões de catástrofes que vão dizimar a humanidade. Sobre o quanto o ser humano pode ser também perverso, corrupto, tirano e outras feiuras. Sobre os detalhes das ações violentas noticiadas nos jornais. Esquecer esse blábláblá encharcado de negatividade que grande parte das vezes não faz outra coisa além de nos encher de mais medo. E essa hipocrisia que prevalece, sobre vários disfarces, em tantos lugares. O esforço de se falar qualquer coisa para que a nossa quietude não seja interpretada como indiferença, ou aquela conversa contraída pelo receio de não se ter assunto.
É maravilhoso quando conseguimos soltar um pouco o nosso
medo e passamos a desfrutar a preciosa oportunidade de viver com o coração
aberto, capaz de sentir a textura de cada experiência, no tempo de cada uma.
Sem estarmos enclausurados em nós mesmos, é certo que aumentamos as chances de
sentir um monte de coisas, agradáveis ou não, mas o melhor de tudo, é que
aumentamos as chances de sentir que estamos vivos, e poder apreciar as coisas bacanas da vida. As miudezas dela. A grandeza dela. A roda-gigante que ela é, mesmo quando a gente vive como se estivesse convencida de que ela é trem-fantasma o tempo inteiro. Falar de coisas sensíveis. Do quanto o ser humano pode ser também bondoso, honesto, afetuoso, divertido e outras belezas. Que a fala e as escutas possam ser um encontro. Um passeio que se faz junto. Um tempo em que uma vida se mostra para a outra, com total relaxamento, sem se preocupar se aquilo que é mostrado agrada ou não. Se aumentar ou diminuir os índices de audiência.
“Um dia sem risada é um dia desperdiçado” (Charlie Chaplin)
A sabedoria das águas
Lembre-se da sabedoria da água: ela nunca discute com seus obstáculos, ela simplesmente os contorna.
Prioridades
"Não tiro ninguém da minha vida, apenas reorganizo as posições e inverto as prioridades."
"Tem gente que é só passar pela gente que a gente fica contente. Tem gente que sente o que a gente sente e passa isto docemente. Tem gente que vive como a gente vive, tem gente que fala e nos olha na face, tem gente que cala e nos faz olhar. Toda essa gente que convive com a gente, leva da gente o que a gente teme passa a ser gente dentro da gente. Um pedaço da gente em outro alguém."(Fernando Sabino)